O Grupo


Origem


Primeira reunião realizada em 1983 pelas empresas:

•Alpargatas

•Anderson Clayton

•Companhia Brasileira Estireno

•I.C.I Brasil

•Johnson & Johnson

•Mercedes Benz

•Monsanto do Brasil

•Philips do Brasil 

•Union Carbide




GAS Anos 80

Tratavam de telégrafo e microfilmagem até desenvolvimento da área, passando por Informática aplicada a área de serviços. Participação na CISA (Conferência Internacional de Serviços Administrativos). Média de 20 empresas participantes.



GAS Anos 90

Os assuntos mais discutidos foram reprografia, telecomunicações e terceirização. Participação na formação da ABASE (Associação Brasileira de Administração de Serviços). Predominância de empresas multinacionais.

                 

GAS Anos 2000 a Atual

As reuniões continuam com temas como segurança, frota, viagens, infra-estrutura, desenvolvimento de carreira e evoluem para “fóruns e mesas de debate”. O formato “mesa de debate” é levado para encontros como o da HIGICON em 2002 e 2003.

•Palestras em diversos eventos do setor

•Benchmarking constante

•Média de 30 empresas participantes

•Inúmeras pesquisas de serviços que auxiliaram na redução de custos nas empresas

•Participa como debatedor nos grandes eventos do Congresso INFRA

Em 2005, com outras entidades, participa da Fundação da ABRAFAC (Associação Brasileira de Facilities). Eleva o Facility a categoria de profissional estratégico nas corporações. Deixa definitivamente para trás a pecha de “pessoal da manutenção”, “serviços gerais”, “área que só gasta”, “qualquer um faz”, etc.

                  


                   


Em essência

Tudo que o GAS conseguiu foi graças a ética dos profissionais, sua idoneidade e o compromisso das empresas que o compõe. Isso se reflete no respeito e reconhecimento que o mercado vem demonstrando pelo seu trabalho.




De agora em diante

Melhorar o marketing interno. Expor aos profissionais de RH. Administrar pela demanda dos usuários e não suas próprias. Implantar nas empresas uma estrutura global de Facility Management. Buscar, de forma contínua, ferramentas de gestão que lhe permita identificar os fatores críticos do negócio, com o objetivo de corrigir rotas e de fazer mais e melhor.